RECONQUISTAR A UNE NO COMBATE AO MACHISMO, AO RACISMO E À HOMOFOBIA
13:56 Postado por caphooke

CONTRA TODA FORMA DE OPRESSÃO!
“temos o direito de ser iguais quando a
diferença nos inferioriza, temos o direito de ser diferentes
quando a igualdade nos descaracteriza”.
Boaventura de Souza Santosdiferença nos inferioriza, temos o direito de ser diferentes
quando a igualdade nos descaracteriza”.
A luta das mulheres, dos negros e negras, das lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais é fundamental para a construção de um outro mundo e de um outro Brasil. O combate cotidiano à homofobia, ao machismo e ao racismo é tão importante quanto a luta contra a exploração e por igualdade. Aliás, trata-se da mesma batalha por um mundo melhor. Não é possível construir uma sociedade justa se não erradicarmos toda e qualquer forma de discriminação, de preconceito e de intolerância. A luta contra todo e qualquer tipo de opressão deve estar no centro da agenda dos movimentos sociais e dos partidos políticos de esquerda.
O Brasil, por exemplo, é um país que ignora sua própria historia e maltrata seu povo. Um país onde a pobreza, que atinge a maioria, machuca ainda mais os negros e as mulheres. Temos uma população com mais de 44,7% de negros, com mais 51,3% de mulheres. Esses negros e negras são 70% entre os 10% mais pobres do país e as maiores vítimas da evasão escolar. Ocupam, também, as piores posições no mercado de trabalho.
O desemprego atinge mais fortemente as mulheres. As mulheres ganham menos do que os homens. E as mulheres negras ganham ainda menos do que os homens negros (que ganham menos que os homens brancos).
No Brasil, segundo os dados do Grupo Gay da Bahia, a cada 48 horas uma pessoa é assassinada por ser gay, lésbica, bissexual ou transgênero. Nos últimos 25 anos, foram contabilizados 2.600 crimes de homofobia no país. Esse é o retrato de uma sociedade homofóbica, que discrimina, humilha, agride e mata os homossexuais.
Conhecer e entender a estrutura patriarcal, sexista, racista e homofóbica da sociedade é elemento central para construção de nossa própria identidade e do respeito à diversidade. Só assim conseguiremos superar o legado que a escravidão deixou sobre a população negra, só assim seremos capazes de construir uma sociedade que não seja pensada sobre a lógica patriarcal (que oprime as mulheres) e heteronormativa. Onde os lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTT) não sejam cidadãos e cidadãs de segunda categoria e tenham seus direitos civis e políticos assegurados. Onde ninguém seja discriminado por não ser heterossexual. Ou por não ser homem. Ou por não ser branco.
As várias formas e movimentos de luta das mulheres, negros e LGBTT têm conseguido importantes avanços nos últimos anos. As mulheres, como fruto de mais de duas décadas de movimento feminista, obtiveram conquistas importantes, como por exemplo, a criação dos Conselhos dos Direitos da Mulher, das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher, de programas específicos de saúde integral e de prevenção e atendimento às vítimas de Violência Sexual e Doméstica. Tiveram, também, no atual governo federal, uma importante conquista institucional que foi a criação da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. A discussão das políticas afirmativas, com a garantia de cotas nas listas partidárias e nas direções de partidos e movimentos é outro passo importante. Contudo, a principal demanda legislativa ainda é a aprovação da legalização do aborto. É preciso garantir às mulheres o direito de decidir e garantir uma política de saúde pública que evite a morte de milhares de mulheres todos os anos, vítimas de abortos clandestinos.
A população negra também obteve importantes conquistas recentes com o aumento do espaço para as políticas de ação afirmativa e para o debate sobre a importância do resgate das culturas negra e afro-descendente no Brasil. A criação da Secretaria Especial de Políticas para a Igualdade Racial é um marco institucional importante ao abrir espaço para uma ação organizada de formulação e execução de políticas púbicas destinadas a combater o racismo e promover a dignidade da população negra em âmbito do governo federal.
No caso do movimento homossexual brasileiro, que se fortalece a cada dia, as dezenas de Parada do Orgulho Gay, Lésbico, Bissexual e Transgênero levam quase cinco milhões de pessoas às ruas, todos os anos. Uma conquista importante foi que o fato de governo Lula ter criada o Brasil sem Homofobia, programa inédito, que envolve vários ministérios e que indica diretrizes para políticas antidiscriminatórias. Contudo, o movimento gay luta para aumentar os recursos do programa, viabilizando-o de fato. Além disso, os LGBTT brasileiros ainda batalham pelos seus direitos civis mais elementares, como o direito à união civil. Lutam também por uma lei federal que penalize a discriminação por orientação sexual.
Muitas conquistas ainda precisam ser asseguradas de fato e muitas outras ainda parecem distantes. Para que os setores historicamente discriminados tenham seus direitos reconhecidos é preciso potencializar essas batalhas, que devem envolver o conjunto dos movimentos. O movimento estudantil precisa fazer sua parte. Cabe à União Nacional dos Estudantes assumir a luta pela igualdade racial, pela igualdade de gênero e pela livre expressão sexual. Essa é uma pauta que diz respeito diretamente à juventude, aos estudantes e deve ser bandeira de todos os setores progressistas.
A UNE deve ser parceira de fato das organizações do movimento negro, do movimento de mulheres, do movimento LGBTT e das organizações classistas que combatem essas opressões. Para além disso, cabe à UNE o papel de protagonista dessa luta nas universidades e faculdades, que também reproduzem as desigualdades e preconceitos.
As universidades são espaços de emissão de discurso, de produção de conhecimento e de reprodução de poder, por isso precisam ser vistas como um locus estratégico para combate das desigualdades e discriminações. No conjunto das organizações educacionais, a UNE tem grandes condições de incidir sobre organização da vida universitária, porque ela representa o maior segmento que a compõe – os estudantes.
A UNE precisa se organizar para cumprir esta tarefa. Precisamos formular políticas para entidade que incidam transversalmente no combate ao racismo, ao machismo e à homofobia e, ao mesmo tempo, proponham atividades especificas para cada um destes segmentos. Com a prioridade estrutural que estas temáticas merecem. A realização do Encontro de Mulheres da UNE foi uma iniciativa importante neste sentido, pois conseguiu fortalecer o debate sobre a igualdade de gênero no conjunto nas universidades e principalmente trazê-lo para o seio do Movimento Estudantil que também é um espaço onde o machismo se reproduz. A realização do II Encontro de Negros e Negras da UNE, exemplo do Encontro de Mulheres, este encontro foi uma iniciativa importante no sentido de incluir na agenda da entidade o debate sobre setores historicamente discriminados. O encontro foi um espaço onde estudantes negros e cotistas em geral, tiveram possibilidade de discutir sua condição racial e social dentro da universidade, sua inserção no movimento estudantil, além de elaborar e propor políticas estudantis com viés anti-racista. Além disso, a recente adoção do sistema de políticas afirmativas para a população negra no ensino superior público tem provocado discussões e reações em diversos campos sociais: jornalístico, acadêmico, jurídico e político. Mesmo ainda não existindo um diagnóstico preciso do resultado destas políticas – de resto, ainda incipientes - elas apontam a necessidade de uma maior discussão por parte da sociedade e universidade sobre o modo como são tratadas e se estabelecem às relações raciais no Brasil e em relação aos direitos das populações pobres e negros.
A UNE precisa incentivar e fomentar este debate e organizar, efetivamente, a luta dos estudantes negros e negras. Mais do que isso, deve fortalecer o debate do acesso à universidade, aprofundando a questão das diversas políticas afirmativas, contemplando cotas raciais e também sociais, fortalecendo a presença dos setores populares na universidade.
Não cabe mais à UNE apenas se posicionar favoravelmente às políticas das ações afirmativas, cabe agora a entidade o papel de incidir sobre as transformações que estas políticas trarão para a organização da vida universitária e, além disso, construir condições para que as ações afirmativas não sejam vistas apenas como políticas de acesso dos estudantes negros nas universidades. É preciso garantir também políticas de permanência, sem as quais o acesso de negros e pobres acabará se transformando, rapidamente, em evasão.
Enfrentar essa rica e complexa agenda só será possível se o conjunto do movimento incorporar, de fato, essas lutas. Sem o enraizamento, em cada DA(CA) e DCE, sem a realização em todas as universidades de atividades que promovam o combate a todo o tipo de opressão, muito pouco avançaremos.
Por outro lado, a UNE só estará à altura de protagonizar esses combates se alterar sua forma de organização. A criação dos Núcleos de Trabalho Permanente (NTPs) de GLBTTs, Negros e Mulheres, é uma ação concreta para executar essas ações. Juntamente com o fortalecimento da diretoria de mulheres, de combate ao racismo e GLBTT, esses núcleos possibilitarão dar conseqüência real à construção e participação no Endus, no Encontro de Mulheres da UNE e no Encontro de Estudantes Negros e Negras. Ou seja, permitirão articular e construir, a partir da base do movimento e também na estrutura da direção da entidade, o fortalecimento desses setores. Além disso, ampliará e qualificará o debate da UNE com os movimentos que atuam em cada área. No caso específico da luta feminista, é necessário também que a UNE avance e estabeleça uma cota de 30% de mulheres na composição de sua diretoria.
Lutando pela legalização do aborto, pela união civil homossexual e por políticas públicas para o povo negro a UNE estará contribuindo para construir uma outra sociedade. É preciso pintar nossas universidades e faculdades de negro e de índio, é preciso tirá-las do armário, é preciso colori-las com o lilás da bandeira feminista. Ajudando a desconstruir preconceitos e desigualdades a UNE será uma entidade cada vez mais representativa e enraizada na luta dos estudantes e da maioria do povo brasileiro. Um outro mundo é possível. Sem opressão ou discriminação de nenhum tipo. Respeitando a diversidade.
O Brasil, por exemplo, é um país que ignora sua própria historia e maltrata seu povo. Um país onde a pobreza, que atinge a maioria, machuca ainda mais os negros e as mulheres. Temos uma população com mais de 44,7% de negros, com mais 51,3% de mulheres. Esses negros e negras são 70% entre os 10% mais pobres do país e as maiores vítimas da evasão escolar. Ocupam, também, as piores posições no mercado de trabalho.
O desemprego atinge mais fortemente as mulheres. As mulheres ganham menos do que os homens. E as mulheres negras ganham ainda menos do que os homens negros (que ganham menos que os homens brancos).
No Brasil, segundo os dados do Grupo Gay da Bahia, a cada 48 horas uma pessoa é assassinada por ser gay, lésbica, bissexual ou transgênero. Nos últimos 25 anos, foram contabilizados 2.600 crimes de homofobia no país. Esse é o retrato de uma sociedade homofóbica, que discrimina, humilha, agride e mata os homossexuais.
Conhecer e entender a estrutura patriarcal, sexista, racista e homofóbica da sociedade é elemento central para construção de nossa própria identidade e do respeito à diversidade. Só assim conseguiremos superar o legado que a escravidão deixou sobre a população negra, só assim seremos capazes de construir uma sociedade que não seja pensada sobre a lógica patriarcal (que oprime as mulheres) e heteronormativa. Onde os lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTT) não sejam cidadãos e cidadãs de segunda categoria e tenham seus direitos civis e políticos assegurados. Onde ninguém seja discriminado por não ser heterossexual. Ou por não ser homem. Ou por não ser branco.
As várias formas e movimentos de luta das mulheres, negros e LGBTT têm conseguido importantes avanços nos últimos anos. As mulheres, como fruto de mais de duas décadas de movimento feminista, obtiveram conquistas importantes, como por exemplo, a criação dos Conselhos dos Direitos da Mulher, das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher, de programas específicos de saúde integral e de prevenção e atendimento às vítimas de Violência Sexual e Doméstica. Tiveram, também, no atual governo federal, uma importante conquista institucional que foi a criação da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. A discussão das políticas afirmativas, com a garantia de cotas nas listas partidárias e nas direções de partidos e movimentos é outro passo importante. Contudo, a principal demanda legislativa ainda é a aprovação da legalização do aborto. É preciso garantir às mulheres o direito de decidir e garantir uma política de saúde pública que evite a morte de milhares de mulheres todos os anos, vítimas de abortos clandestinos.
A população negra também obteve importantes conquistas recentes com o aumento do espaço para as políticas de ação afirmativa e para o debate sobre a importância do resgate das culturas negra e afro-descendente no Brasil. A criação da Secretaria Especial de Políticas para a Igualdade Racial é um marco institucional importante ao abrir espaço para uma ação organizada de formulação e execução de políticas púbicas destinadas a combater o racismo e promover a dignidade da população negra em âmbito do governo federal.
No caso do movimento homossexual brasileiro, que se fortalece a cada dia, as dezenas de Parada do Orgulho Gay, Lésbico, Bissexual e Transgênero levam quase cinco milhões de pessoas às ruas, todos os anos. Uma conquista importante foi que o fato de governo Lula ter criada o Brasil sem Homofobia, programa inédito, que envolve vários ministérios e que indica diretrizes para políticas antidiscriminatórias. Contudo, o movimento gay luta para aumentar os recursos do programa, viabilizando-o de fato. Além disso, os LGBTT brasileiros ainda batalham pelos seus direitos civis mais elementares, como o direito à união civil. Lutam também por uma lei federal que penalize a discriminação por orientação sexual.
Muitas conquistas ainda precisam ser asseguradas de fato e muitas outras ainda parecem distantes. Para que os setores historicamente discriminados tenham seus direitos reconhecidos é preciso potencializar essas batalhas, que devem envolver o conjunto dos movimentos. O movimento estudantil precisa fazer sua parte. Cabe à União Nacional dos Estudantes assumir a luta pela igualdade racial, pela igualdade de gênero e pela livre expressão sexual. Essa é uma pauta que diz respeito diretamente à juventude, aos estudantes e deve ser bandeira de todos os setores progressistas.
A UNE deve ser parceira de fato das organizações do movimento negro, do movimento de mulheres, do movimento LGBTT e das organizações classistas que combatem essas opressões. Para além disso, cabe à UNE o papel de protagonista dessa luta nas universidades e faculdades, que também reproduzem as desigualdades e preconceitos.
As universidades são espaços de emissão de discurso, de produção de conhecimento e de reprodução de poder, por isso precisam ser vistas como um locus estratégico para combate das desigualdades e discriminações. No conjunto das organizações educacionais, a UNE tem grandes condições de incidir sobre organização da vida universitária, porque ela representa o maior segmento que a compõe – os estudantes.
A UNE precisa se organizar para cumprir esta tarefa. Precisamos formular políticas para entidade que incidam transversalmente no combate ao racismo, ao machismo e à homofobia e, ao mesmo tempo, proponham atividades especificas para cada um destes segmentos. Com a prioridade estrutural que estas temáticas merecem. A realização do Encontro de Mulheres da UNE foi uma iniciativa importante neste sentido, pois conseguiu fortalecer o debate sobre a igualdade de gênero no conjunto nas universidades e principalmente trazê-lo para o seio do Movimento Estudantil que também é um espaço onde o machismo se reproduz. A realização do II Encontro de Negros e Negras da UNE, exemplo do Encontro de Mulheres, este encontro foi uma iniciativa importante no sentido de incluir na agenda da entidade o debate sobre setores historicamente discriminados. O encontro foi um espaço onde estudantes negros e cotistas em geral, tiveram possibilidade de discutir sua condição racial e social dentro da universidade, sua inserção no movimento estudantil, além de elaborar e propor políticas estudantis com viés anti-racista. Além disso, a recente adoção do sistema de políticas afirmativas para a população negra no ensino superior público tem provocado discussões e reações em diversos campos sociais: jornalístico, acadêmico, jurídico e político. Mesmo ainda não existindo um diagnóstico preciso do resultado destas políticas – de resto, ainda incipientes - elas apontam a necessidade de uma maior discussão por parte da sociedade e universidade sobre o modo como são tratadas e se estabelecem às relações raciais no Brasil e em relação aos direitos das populações pobres e negros.
A UNE precisa incentivar e fomentar este debate e organizar, efetivamente, a luta dos estudantes negros e negras. Mais do que isso, deve fortalecer o debate do acesso à universidade, aprofundando a questão das diversas políticas afirmativas, contemplando cotas raciais e também sociais, fortalecendo a presença dos setores populares na universidade.
Não cabe mais à UNE apenas se posicionar favoravelmente às políticas das ações afirmativas, cabe agora a entidade o papel de incidir sobre as transformações que estas políticas trarão para a organização da vida universitária e, além disso, construir condições para que as ações afirmativas não sejam vistas apenas como políticas de acesso dos estudantes negros nas universidades. É preciso garantir também políticas de permanência, sem as quais o acesso de negros e pobres acabará se transformando, rapidamente, em evasão.
Enfrentar essa rica e complexa agenda só será possível se o conjunto do movimento incorporar, de fato, essas lutas. Sem o enraizamento, em cada DA(CA) e DCE, sem a realização em todas as universidades de atividades que promovam o combate a todo o tipo de opressão, muito pouco avançaremos.
Por outro lado, a UNE só estará à altura de protagonizar esses combates se alterar sua forma de organização. A criação dos Núcleos de Trabalho Permanente (NTPs) de GLBTTs, Negros e Mulheres, é uma ação concreta para executar essas ações. Juntamente com o fortalecimento da diretoria de mulheres, de combate ao racismo e GLBTT, esses núcleos possibilitarão dar conseqüência real à construção e participação no Endus, no Encontro de Mulheres da UNE e no Encontro de Estudantes Negros e Negras. Ou seja, permitirão articular e construir, a partir da base do movimento e também na estrutura da direção da entidade, o fortalecimento desses setores. Além disso, ampliará e qualificará o debate da UNE com os movimentos que atuam em cada área. No caso específico da luta feminista, é necessário também que a UNE avance e estabeleça uma cota de 30% de mulheres na composição de sua diretoria.
Lutando pela legalização do aborto, pela união civil homossexual e por políticas públicas para o povo negro a UNE estará contribuindo para construir uma outra sociedade. É preciso pintar nossas universidades e faculdades de negro e de índio, é preciso tirá-las do armário, é preciso colori-las com o lilás da bandeira feminista. Ajudando a desconstruir preconceitos e desigualdades a UNE será uma entidade cada vez mais representativa e enraizada na luta dos estudantes e da maioria do povo brasileiro. Um outro mundo é possível. Sem opressão ou discriminação de nenhum tipo. Respeitando a diversidade.
Hoje é o dia dos índios, das crianças e dos animais
Hoje é o dia dos negros, das mulheres e dos homossexuais
(Titãs)
Hoje é o dia dos negros, das mulheres e dos homossexuais
(Titãs)

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